José de Abreu solta palavrões ao falar de “cusparada” e agradece a Globo: “Acham que somos manipulados”
O assunto do final de semana foi a confusão envolvendo José de Abreu em um restaurante de São Paulo na última sexta-feira (22). Convidado do “Domingão do Faustão” deste domingo (24), o ator falou sobre o ocorrido e até disparou palavrões.
O veterano contou que foi ao restaurante japonês de um amigo após uma viagem e começou a ouvir comentários ofensivos de um casal de clientes.
“Eles diziam: ‘Vamos ter que conviver com essa bosta desse velho, vagabundo e petista’. Eu não percebi e acho que esse casal achou que eu estava fingindo e continuaram”, disse o global, que também explicou a Lei Rouanet ao ser apontado como um dos beneficiados do projeto. “Não uso, pois acho um saco ficar pedindo”.
“Eu sou conhecido por todo o mundo e no Brasil pelo meu trabalho na Globo. Se eu sou conhecido pelo meu trabalho, eu não sou vagabundo. Minha mulher estava muito incomodada. E quando eu levantei para pagar a conta, ele me falou: ‘É muito fácil você petista, que usa dinheiro do povo, comer no japonês’. Vivemos em sociedade e temos que aceitar as diferenças. A mulher dele me atacava: ‘Você é um ladrão, de Lei Rouanet’. Minha reação foi de virar as mesas, mas consegui me segurar”, continuou.
Em seguida, Abreu disse que sua mulher, Priscila Petit, também foi o alvo da dupla. “Ela gritava ‘filho da puta’, sua mulher é vagabunda’. Jamais eu vou ter alguma atitude. Uma mulher que chama outra de vagabunda só pelo fato da outra ser mulher não merece ser mulher. Pra mim, naquele momento… cuspi de boca seca, como nesse momento aqui. Eu não estava bêbado”, desabafou. O global ainda afirmou que a atitude do casal foi pensada.
“Ele poderia ter pensado. Eu não poderia. Não posso me arrepender de um ato que foi feito impensadamente. A minha mãe ser chamada de ‘puta’, minha mulher de ‘vagabunda’. Sou honesto. Não pensei em convicções nenhuma. Foi reação de um ser humano normal. Nunca cuspi em ninguém. Nunca briguei com ninguém. Não me arrependo de nada. Por que não podemos viver pacificamente neste país pensando diferente?”, questionou o artista.


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